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Atualizado em · Por Buğra Sözeri

A assinatura eletrônica é válida em Japão?

Assinatura eletrônica vale em Japão?

Sim, para a maioria dos contratos, com base em a Lei sobre Assinaturas Eletrônicas e Atividade de Certificação. A Lei sobre Assinaturas Eletrônicas e Atividade de Certificação presume autêntico o registro eletrônico em que o próprio titular aplicou uma assinatura eletrônica que cumpre os requisitos legais.

Principais exceções: Documentos que outras leis exigem em forma específica; Protocolos junto ao governo que exigem assinatura baseada em certificado.

Nossa opinião: No Japão, a cultura do hanko (o carimbo pessoal) está sumindo mais rápido do que a lei muda, e muitas empresas já usam assinatura na nuvem para contratos do dia a dia. O ponto jurídico a lembrar é que, em geral, o contrato não precisa de assinatura para ser válido; a lei ajuda principalmente na prova, com a presunção do Artigo 3. Uma assinatura eletrônica simples com trilha de auditoria serve para NDAs e contratos de prestação de serviços, mas pode não ganhar essa presunção. O eSignSimple oferece apenas assinatura eletrônica simples, então, para protocolos ou contrapartes que exigem assinatura certificada, use um prestador credenciado.

Quais leis regulam a assinatura eletrônica em Japão?

Lei sobre Assinaturas Eletrônicas e Atividade de Certificação (電子署名法, Lei nº 102 de 2000)

Em vigor desde 1º de abril de 2001. O Artigo 2 define assinatura eletrônica, o Artigo 3 cria uma presunção de autenticidade, e a lei institui um sistema de credenciamento para as atividades de certificação.

Como a lei japonesa define assinatura eletrônica?

Pelo Artigo 2(1), assinatura eletrônica é uma medida aplicada à informação de um registro eletrônico que, ao mesmo tempo, indica que a informação foi criada pela pessoa que aplicou a medida e permite confirmar se a informação foi alterada.

A definição é tecnologicamente neutra no texto, mas, na prática, a medida precisa permitir verificar tanto a autoria quanto a integridade do documento.

O que faz a presunção do Artigo 3?

O Artigo 3 presume que o registro eletrônico foi criado de forma autêntica se o próprio titular realizou nele uma assinatura eletrônica (observadas as condições da lei).

Uma assinatura que não se qualifica para a presunção ainda pode ser usada como prova. A parte que se apoia nela terá de provar a autenticidade por outros meios, como uma trilha de auditoria.

Como as empresas japonesas devem assinar eletronicamente na prática?

Assinaturas eletrônicas que não atendem à definição da lei ainda podem ser usadas como prova, mas a presunção do Artigo 3 não vai ajudar você. Alguns documentos são regidos por outras leis com exigências de forma próprias, então verifique as regras do documento específico.

O eSignSimple oferece assinatura eletrônica simples com trilha de auditoria que registra data e hora, endereços IP e o hash do documento. Não emite assinaturas qualificadas, avançadas nem baseadas em certificado, então, onde a lei exigir uma delas, você precisará de um prestador licenciado ou credenciado.

Esta página é informação geral sobre como funciona a legislação de assinatura eletrônica, não aconselhamento jurídico. Para uma operação específica de alto valor ou regulada, consulte um advogado habilitado na jurisdição.

Quais documentos exigem mais do que uma assinatura eletrônica simples em Japão?

  • Documentos que outras leis exigem em forma específica
  • Protocolos junto ao governo que exigem assinatura baseada em certificado

Onde ler os textos oficiais?

Este guia é informação geral, não aconselhamento jurídico. As leis mudam e os detalhes dependem do seu caso; para operações específicas, consulte um advogado habilitado em Japão. O eSignSimple oferece assinaturas eletrônicas simples com trilha de auditoria; não emite assinaturas qualificadas nem baseadas em certificado digital.

Escrito por Buğra Sözeri, fundador e editor do eSignSimple · Última revisão

Buğra cria o eSignSimple e escreve e mantém seus guias. Ele confere cada página jurídica com os textos oficiais citados nela e atualiza as páginas quando a lei ou o produto mudam. Ele não é advogado, e nada aqui é aconselhamento jurídico. Sobre o eSignSimple · Esta página traz informação geral, não aconselhamento jurídico; para negócios de alto valor, consulte um advogado.

Perguntas frequentes

O eSignSimple atende aos requisitos no Japão?

O eSignSimple gera uma assinatura eletrônica simples com trilha de auditoria e impressão digital SHA-256 que evidencia adulterações, adequada como prova em contratos do dia a dia. Não é uma atividade de certificação credenciada nos termos da lei, então não dependa dele quando uma assinatura certificada ou a presunção do Artigo 3 for essencial.

O que faz o Artigo 3 da lei japonesa de assinatura eletrônica?

Presume autêntico o registro eletrônico em que o próprio titular aplicou uma assinatura eletrônica que cumpre os requisitos legais.

Quando a lei japonesa de assinatura eletrônica entrou em vigor?

A Lei sobre Assinaturas Eletrônicas e Atividade de Certificação entrou em vigor em 1º de abril de 2001.

A assinatura eletrônica simples é admitida como prova no Japão?

Sim, pode ser usada como prova, mas pode não ganhar a presunção do Artigo 3, então guarde a prova de quem assinou e de que o documento não foi alterado.

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